Impactante – LEIA!

Há tempos priorizo na minha vida como filha e Deus e também como líder, participar todos anos de uma conferência chamada SUMMIT – da igreja Willow Creek, através de vídeos aqui no Brasil. Este ano estarei lá mais uma vez em Nome de Jesus. Sempre recebo e-mails deles e hoje recebi um artigo impactante.
Quero compartilhar uns trechos muito fortes e verdadeiros, que precisamos ter não só na mente, mas no coração. O Artigo é de John Ortberg: “O que realmente está por trás do nosso cansaço?”
Abraços,
Raquel Emerick
“Uma questão central na minha vida atualmente é: O meu envolvimento no ministério está me tornando cada vez mais como Cristo? É importante entender essa questão claramente. Como o ministério deve afetar a vida do ministro?
Essa verdade me ajuda a identificar a grandiosidade no meu trabalho: Se o ministério for feito da forma correta, irá ajudar a formar o caráter de Cristo em mim. Meu envolvimento no ministério (usando ministério no sentido de servir ao corpo de Cristo) precisa ser visto à luz de um estilo de vida que me ajuda a ser transformado. Se isso não está acontecendo, então alguma coisa, em alguma área da minha vida não está dando certo.
Mas o pequeno Salvador da pátria que existe em mim não morre tão fácil. Tem se tornado cada vez mais importante combater a grandiosidade em alguns aspectos do ministério.
Há algum tempo, eu havia passado um longo período viajando, com reuniões demais e palestras demais. Estava exausto. Um dos meus compromissos rotineiro era com um amigo, que também estava envolvido em ministério. Eu estava reclamando sobre a minha agenda, esperando que ele se compadecesse de mim, quando ele me surpreendeu ao me perguntar, “Por que você escolhe viver dessa maneira?”
A única resposta honesta era, mais do que qualquer outra coisa, que minha vida estava sendo regida pela grandiosidade. Temia que se eu dissesse não às oportunidades, elas desapareceriam. E se as oportunidades cessassem, eu me tornaria menos importante; e seria terrível ser menos importante.
Daquela conversa surgiu um “pequeno grupo da agenda pessoal”, com um pacto de que não aceitaríamos qualquer compromisso sem consultar uns aos outros ou as nossas famílias. Significava dar permissão aos outros para não somente falar sobre nossas agendas, mas também sobre os motivos por trás das agendas.
Uma razão pela qual eu fico feliz em fazer parte de uma equipe de ensino, ao invés de ser o único professor, é que isso me força a confrontar minha atitude. Ás vezes um dos meus amigos prega uma mensagem muito bem, e eu me sinto tentado a me comparar com ele. Aí então vejo como é absurdo. Estou com inveja por que ele consegue convencer as pessoas a ser entregarem completamente a Deus melhor do que eu.
Dietrich Bonhoeffer, no livro Life Together, fala sobre como todos na comunidade vão tentar estabelecer espiritualidade espiritual – tanto os fracos quanto os fortes, os tímidos e os extrovertidos. A tentação sempre envolve o antigo argumento: “Surgiu também uma discussão entre eles…”
Então Jesus pega uma criancinha em seus braços e diz: “Aqui está seu ministério. Entregue-se àqueles que não vão lhe trazer status ou poder. Simplesmente ajude as pessoas. Você precisa dessa criancinha. Você precisa ajudar essa criança, não somente por que ela precisa, mas por que você precisa. É preciso fazer isso, por que se não fizer, sua vida inteira vai se resumir a uma competição ridícula para ver que é o maior. Mas se você servir a essa criança, com freqüência e carinho, com alegria e sem chamar atenção a si mesmo, então talvez chegue o dia em que você faça isso sem pensar, Que coisa maravilhosa eu fiz! Aí então você começará a servir naturalmente, simplesmente pela alegria que vai lhe trazer. Você vai começar a entender como a vida no reino funciona.
No âmbito da igreja, esse ministério “não estratégico” das pequenas coisas significa que às vezes eu preciso estar disposto a ser interrompido para resolver coisas que não estavam na minha agenda. Preciso estar disponível para orar com pessoas atordoadas que eu não consigo curar e que não habilidade alguma de contribuir para meu sucesso. Talvez durante reuniões eu preciso ficar em silêncio mesmo quando tenho uma idéia que poderia impressionar alguém.
Lutando contra o sutil pecado da grandiosidade significa aprender de Jesus como ministrar de uma forma que me atraia a ele. Pois em Jesus não havia grandiosidade. Essa é uma das razões pela qual as pessoas tinham dificuldade em reconhece-lo.
A heresia cristã mais antiga, o docetismo, surgiu porque as pessoas não conseguiam aceitar que Deus poderia sucumbir à vulnerabilidade e sofrimento. João diz que é o espírito do anticristo que nega que Jesus veio a este mundo kata sarx , “em carne”. Jesus não era um super-homem. Ele não desafiava seus inimigos em posição de combate, absorvendo qualquer impacto sem sofrer um arranhão sequer. O chicote usado nas suas costas causou o derramamento de sangue verdadeiro, os espinhos apertavam pele verdadeira, os cravos causaram dor inimaginável, e a cruz o levou a morrer verdadeiramente. E ao sofrer todas essas coisas de forma humana e real, ele suportou as pessoas, perdoou-as, amou-as até o final.
Se você quiser ler o artigo inteiro (vai valer muito a pena, pode acreditar) visite: http://www.willowcreek.org.br/artigo1209.asp
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One response

  1. Nossa Raquel esse texto que você colocou é simplesmente d+…..muito bom, edificante!

    Fevereiro 1, 2010 às 15:12

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